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Solidariedade fortalece partido no interior do Estado


dora, frança, jhc

Em meio aos movimentos no tabuleiro do xadrez político alagoano, o Solidariedade fortalece seus quadros.

Recém criado, a agremiação que é presidida pelo deputado estadual João Henrique Caldas, o JHC, tem filiado várias lideranças importantes no interior do Estado de Alagoas.

Entre estes nomes, está a vereadora santanense Dôra, conhecida como Dôra de Ubiratan. Ela presidirá o diretório municipal da legenda em Santana do Ipanema.

Antes disto, o Solidariedade já havia filiado o vice-presidente da UVEAL, França Junior, mostrando uma visão municipalista.

JHC – o parlamentar responsável por abrir a caixa-preta da Assembleia Legislativa de Alagoas (Aleal), denunciando escândalos daquele Poder – tem conduzido o processo das filiações em conjunto com outras lideranças do partido.

O objetivo do Solidariedade é se apresentar como alternativa em Alagoas, sobretudo buscando as boas atuações dos legislativos municipais.

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UVEAL em destaque


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UVEAL: União dos Vereadores do Estado de Alagoas tem a finalidade o apoio e a assessoria aos vereadores, interagindo, orientando e capacitando, para fortalecer as câmaras de vereadores do Estado.

No domingo passado aconteceu aqui em Maceió a votação para eleição do novo presidente da UVEAL, nesse caso, não necessariamente um novo presidente e sim a reeleição do atual, o vereador Hugo Wanderley (PMDB) da cidade de Cacimbinhas e seu vice, o professor Francisco de Assis de França Júnior, o França Júnior, (PSDB) da cidade de Palmeira dos Índios.

Depois de muitas notícias de bastidores os dos grupos que se desenhavam acabaram no final unindo-se e facilitando o processo eleitoral.

Com 586 votos a chapa única foi reeleita para conduzir os passos da entidade nos próximos anos. Que essa “nova” gestão da UVEAL conduza com firmeza e inteligência, pois é um elefante que não sabe a força que tem. Em boas mãos dará para Alagoas um bom resultado.

@Marques_JM

 

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Quem nunca foi assaltado?


Alguns meses antes de concluir o ensino médio, todos os meus amigos de Santana do Ipanema, que estudavam no Colégio Cenecista Santana, começavam a decidir o que iam fazer depois do colegial. As dúvidas permeavam as mentes imaturas de muitos ali, outros, no entanto, já sabiam o que iriam fazer e ser. Eu era um deles, eu queria ser padre!

Lembro quando a professora Aida, de geografia, ainda no primeiro ano, perguntou na sala de aula o que faríamos quando terminássemos o terceiro ano.

– Professora, quero fazer medicina na UFAL!

– Eu quero ser professor, professora!

– Eu vou fazer zootecnia ou pedagogia na ESSER.

– Vou fazer história em Belo Jardim.

– E você Marques, o que vai fazer?! – Perguntou a professora Aida.

– Vou ser padre! Vou para o seminário em Palmeira dos Índios e depois para o seminário em Maceió. – Disse todo confiante.

Não demorou muito fui para o seminário em Palmeira dos Índios onde passei um ano e meio e logo em seguida fui para o seminário em Maceió.

No dia em que fui para o seminário de Maceió eu estava todo ansioso, pois ia morar agora na capital do Estado. Já tinha ido algumas vezes para Maceió, mas nada que dissesse: Nossa como ele vai muito pra Maceió!

– Marques, já arrumou a sua mala?

– Já, Mãe! Está pronta.

– Ótimo! Então venha comer alguma coisa antes de viajar. – Intimou a Dona Régia.

A mala estava com tudo que precisaria para começar a morar em Maceió, porém não estava levando muita coisa, já que aos pouco compraria por lá mesmo. Poxa vida, eu ia passar oito anos no seminário!

– Mãe, já vou indo, a besta chegou! – Disse já com a mala na mão.

– Vá meu filho! Vá com Deus.

– Amém. Bênção?

– Deus lhe cubra com o manto sagrado! Olhe, tenha muito cuidado em Maceió, viu?! Vá pensando que você está em Santana… Lá num é Santana, não.

– Eu sei, Mãe. Não se preocupe.

– É bom saber, vai que você chega lá e fica com essa cara de abobado olhando os prédios… Vai acabar se perdendo!

– Mãe, tenho que ir… Fica com Deus! Tchau… – Disse entrando correndo na besta.

Chegando à capital alagoana, a besta me deixou um pouco antes do prédio da Polícia Rodoviária Federal, ponto tradicional de parada dos transportes alternativos do Sertão. Outro ponto conhecido é o do Makro. Fiquei desnorteado, pois pensava que o motorista ia me deixar na porta do seminário! Agora lascou tudo!

– Calma, vai dar tudo certo! – Disse para mim mesmo num ato desesperado para acalmar meu coração!

Peguei a mala e fui para um ponto de ônibus que avistei de longe, perto de uma banca de revista. Chegando lá, não sabia qual ônibus pegaria e muito onde desceria, já que só tinha ido uma vez ao seminário e de quebra não decorara onde ficava. Tinha apenas uma lembrança muito vaga que ficava no bairro do Farol.

Como não tive a coragem de perguntar qual ônibus passaria pelo Farol, fui arriscar no primeiro que passasse descendo a Avenida Durval de Góes Monteiro. Na minha cabeça, todo ônibus que descesse por ali ia para o Farol.

Subi no Clima Bom/Iguatemi, paguei a tarifa de R$ 1,70 e fui sentar. O ônibus estava cheio, mas tinha um lugar sobrando lá no fundão. Foi lá que eu sentei.

Tudo estava tranquilo até que entraram pela porta de saída dois rapazes, um deles sentou do meu lado e o outro ficou em pé do lado do colega. Até então tudo bem, mas logo percebi que o rapaz do meu lado estava nervoso e observava muito a minha mala. Fiquei de orelha em pé e reagi puxando conversa com ele. Vou fazer amizade!

– Hoje é um dia para ir à praia, não acha? – Perguntei.

– Oi? Ah, sim. – Respondeu todo desconfiado o rapaz.

– Queria muito ir hoje à praia. Pena que não posso… Tenho que trabalhar!

– É assim mesmo!

– Com certeza um dia as coisas melhoram, num tá cá peste!

– É verdade. – Disse o rapaz rindo.

De repente o outro que estava em pé cutucou o seu colega chamando a sua atenção e com um gesto de cabeça fez com que ele me abordasse assim:

Véi, é mal aí, mas passa o celular!

– Como é?! – Disse tenso e tremendo.

– Passa logo, Véi, ou te furo aqui mesmo! – Falou o rapaz que estava em pé levantando a camisa.

Fiquei completamente assustado, nunca tinha passado por uma situação como aquela. Tirei o celular do bolso e entreguei. Quando o que estava sentado do meu lado ia se levando o que estava em pé disse:

– Passa o relógio também! Agora, Véi! – Disse todo valente.

– Não, Véi, já está bom! O cara é gente fina! – Disse o outro tentando “amenizar” o prejuízo do assalto.

– Cala a boca e pega logo essa merda!

– Aí meu, foi mal, mas passa o relógio também!

Depois que entreguei o relógio eles desceram no primeiro ponto que o ônibus parou.

Fiquei atordoado. Sem acreditar no que tinha passado naquele momento, desci na Praça Centenário e de lá peguei um taxi até o seminário. Depois de alguns minutos, assim que a ficha caiu, fiquei revoltado e xingando muito as duas figuras que acabaram de me dar às boas vindas para minha nova cidade!

José Marques

Santos – São Paulo, 28 de dezembro de 2011.

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Carta Pastoral “Sancta Ecclesia Nostra” – Dom Dulcênio


Apresento a todos os leitores do #BlogdoMarques, a primeira Carta Pastoral do bispo da Diocese de Palmeira dos Índios, Dom Dulcênio.

CARTA PASTORAL
SANCTA ECCLESIA NOSTRA
DE SUA EX.CIA REV.MA
DOM DULCÊNIO FONTES DE MATOS
AO CLERO, ÀS PESSOAS CONSAGRADAS, CANDIDATOS À ORDEM SACERDOTAL E AOS FIÉIS LEIGOS
SOBRE A EUCARISTIA
E A SUA VIVÊNCIA EM RELAÇÃO À IGREJA E AOS FIÉIS
INTRODUÇÃO
            A nossa Santa Igreja é, por natureza, jubilar. Digo-vos por natureza porque o termo “jubileu” designa um estado de alegria, realização. Tal sentimento ela o encontra no mistério pascal oferecido por Jesus; Ele é a fonte de todo o nosso júbilo.
            A Esposa de Cristo não somente encontra em seu divinal fundador a sua feliz razão de ser como igualmente recebe Dele uma jovialidade que lhe é peculiar, pois contrasta em si mesma uma mistura ímpar de sempre estar suscetível ao suave sopro (governo) do Espírito Santo, que a conduz nas trilhas, por vezes, inéditas, bem como historicamente possui um patrimônio de fé que ultrapassa dois milênios. Esta é a mesma Igreja que, celebrando a Santa Memória de Jesus, prepara a sua vinda: “Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos Senhor a vossa morte, enquanto esperamos vossa vinda” (cf. Orações Eucarísticas. Missal Romano. Edição típica barsileira).
            O vocábulo “jubileu” também indica a celebração de uma data especialíssima, geralmente por ocasião de um aniversário. Pois bem, a partir do último vinte e um de agosto, iniciamos um ano jubilar alusivo ao cinquentenário de criação da Diocese de Palmeira dos Índios. É o chamado Jubileu de Ouro Diocesano. Neste sentido, é que desde 2007 estamos nos preparando para esta data comemorativa. Para fazermos uma festa digna de tal passagem, é que iremos culminar o ano jubilar com o Congresso Eucarístico Diocesano.
            Queremos demonstrar, diante do próprio Jesus, nosso reconhecimento de que Ele, como Cabeça da Igreja, guiou os passos da nossa Diocese ao longo deste meio século. Mesmo entre cruzes e vitórias, foi Jesus o artífice da nossa história. Ele, Senhor do tempo e da eternidade, quis que participássemos desta façanha. Com as suas diversas histórias, muitos homens e mulheres, independentemente das suas contribuições ou percalços para a vida da Igreja em nossas terras, contribuíram com o andar da História da nossa Igreja particular em seu meio século de existência.
     Cinquenta anos é uma data singular! Por isso queremos celebrá-la, não somente com entusiasmo, mas, principalmente, estando aos pés de Jesus, escutando a sua palavra tal como Maria, irmã de Lázaro, que escolheu a melhor parte (cf. Lc 10, 42). É, pois, em torno da mesa eucarística que, como uma práxis comum nestes dez lustros, estaremos contemplando como os Divinos Mistérios se cruzam com os mistérios de nossa existência.

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Paz


Vejo hoje vozes de Maceió, Santana do Ipanema, Ibateguara, Murici, Traipu, Palmeira dos Índios, Arapiraca, União dos Palmares, Maragogi, Delmiro Gouveia, Batalha, Ouro Branco, entre outras tantas cidades da nossa Alagoas, CLAMANDO por PAZ!

Pessoas matam outras pessoas por brigas fúteis de bar, pessoas morrem por bala perdida, pessoas matam por pouco ou muito dinheiro, pessoas matam por causa das drogas, pessoas morrem assassinadas por engano, muitas pessoas morrem pelo descaso na educação, saúde e segurança pública!

Vivemos dias de escuridão…

Dias em que a evolução do homem é matar por prazer e poder!

Nessa triste história vamos sobrevivendo e não vivendo!

A graça da vida era viver…

Hoje não passa de sobreviver!

Até quando sobreviveremos? Quando retornaremos a viver?

JM

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TwittÍndios


No dia 5 de novembro acontecerá na cidade de Palmeira dos Índios um encontro de tuiteiros, conhecido como TwittÍndios. Lá debateremos a importância das redes sociais na sociedade alagoana e brasileira e faremos novas amizades e contatos com aqueles que fazem acontecer nas redes sociais em nosso estado!

Fortalecer e fazer amizades, debater Alagoas num novo contexto e passar um sábado diferente são as metas do TwittÍndios.

08h00 – Credenciamento

09h00 – Visita a Casa Museu Graciliano ramos

10h00 – Apresentação cultural da Fundação de Amparo ao Menor – Fundanor

10h40 – Primeira Palestra –  Alexandre Flemming – “Política, mobilização e redes sociais”

11h00 – Debate

11h20 – Segunda Palestra –Rede Pandora – “Blog e twitter, eu posso ter mais voz”

11h30 – Debate

11h50 – José Marques – A definir

12h10 – Almoço

13h30 – Volta do Almoço

13h50 – Quarta Palestra – Julio Cezar: “Casos e o universo de suas repercussões”

14h10 – Debate

14h20 – Quinta Palestra – Lula Villar – “As redes sociais e o processo de contrainformação e desapoderamento das mídias tradicionais”

14h40 – Debate

14h50 – Mesa Redonda com políticos – “A importância das redes sociais em uma eleição”

15h10 – Debate

15h20 – Explanação sobre a exposição

15h40 – Debate

Sorteios


Para se inscrever no 1ª Encontro de Tuiteiros de Palmeira dos Índios é muito fácil, basta entrar nesse link: Clique Aqui e pronto…

Até dia 5 de novembro!

#TwittIndios

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Por aí!


Esse fim de semana estive em Palmeira dos Índios com uns amigos para começar a preparar o #TuittINDIOS, que será o encontro de tuiteiros de Palmeira.

E assim que chego na cidade, mas específicamente em Palmeira de Fora vi essa imagem, que registrei e apresento a todos vocês, leitores do #BlogdoMarques.

Um confortável meio de transporte para a população, que muito utilizado no sertão, ainda hoje.

Pelo menos de calor ninguém reclama!

@Marques_JM

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