54ª Festa da Juventude. Ou, Quase houve a Festa da Juventude em 2016


Santana

A Festa da Juventude de Santana do Ipanema – Alagoas, já é tradicional e consolidada na região, sendo uma das festas populares mais esperadas do sertão alagoano todos os anos. A festa movimenta financeiramente toda a cidade santanense e as cidades próximas, que com a superlotação já conhecida acabavam absorvendo todos aqueles que buscavam curtir a “maior festa jovem de Alagoas”.

O comércio local ficava agitado, todos ganhavam, do supermercado ao mercadinho de bairro, das lojas de roupas até os muitos salões de beleza. A festa somava-se ao início do novenário da padroeira da cidade, Sant’Ana, o que deixa Santana do Ipanema em plena efervescência econômica.

Em 2016 a festa aconteceu (será?!) não nesse clima, mas numa situação de crise, está reflexo da nacional, mas não somente, a crise administrativa municipal ficou nítida no tamanho e organização da tradicional festa.

Quem era de fora e estava na cidade pela primeira vez, ouviu diversas vezes e de inúmeras pessoas a seguinte frase: “não foi a melhor época, isso aí não é a festa da juventude!”

O prefeito Mário Silva, que não deixará uma boa e orgulhosa marca na história municipal, ao anunciar numa rádio da cidade a programação justificou a “forma simples” da festa devido às dificuldades que os municípios do Brasil enfrentam no momento. Eu acredito no prefeito, inclusive, tenho plena certeza que o fornecimento de energia elétrica que foi cortada recentemente de algumas repartições públicas, inclusive da Prefeitura, não foi culpa da sua administração “iluminada”, mas sim, da Dilma, do Lula, do PT e do Obama e seu imperialismo maldito.

É claro que sabemos qual a real situação que o país vive e as dificuldades econômicas dos municípios, não negamos isso, como também defendemos que seria imoral realizar um mega festa da juventude gastando milhões de reais enquanto servidores públicos, por exemplo, estão sem ter o reajuste acordado cumprido e algumas verbas devidas não depositadas, entre outras reivindicações justas e ignoradas. Não duvido que se existisse uma administração transparente e objetiva, a população entenderia uma festa menor.

Mário Silva virou prato cheio para seus adversários nesse ano eleitoral, tornando-se o melhor cabo eleitoral daqueles que almejam a principal cadeira da cidade de Santana do Ipanema. Sua gestão é conhecida e comentada em todo Estado e a crença da reeleição não passa de um sonho, e como disse certa feita um pensador: os sonhos são inimputáveis.

Espero que Santana do Ipanema, minha terra, possa viver novamente dias melhores e com boas ideias para superar as dificuldades que estamos vivendo com a crise dos municípios e a nacional. Em 2017, seja lá quem for o novo gestor, torcemos por competência e paixão pela cidade, que não transforme a prefeitura em puxadinho da sua residência, mas sim, tenha em mente o respeito incondicional pelos princípios da administração pública.

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Santana do Ipanema: 139 anos de muita história…


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“(…) tudo é Brasil, e é nessas cidades e vilas distantes, perdidas no interior, que reside a essência da brasilidade com as suas tradições, com a sua literatura de cordel, com o seu folclore.”

A cidade de Santana do Ipanema – meu canto, meu lar e meu amor – completará 139 anos de emancipação política no dia 24 de abril. O sertão estará em festa com mais um aniversário da sua rainha.

Santana do Ipanema já viveu grandes momentos que precisam ser eternamente exaltados e lembrados por todos seus filhos com muito orgulho e carinho. A luta constante do seu povo contra a seca forte que sempre lhe acompanha é uma marca e o jumentinho um símbolo de resistência e de vitória.

Sua história começa com grandes nomes, como a do catequista Padre Francisco Correia e os irmãos Vieira Rêgo. Ribeira do Panema nasceu pequena, mas com espírito grandioso e próspero. Em 1875, com a resolução 681, Santana do Ipanema é emancipada.

De lá pra cá muita coisa aconteceu, demos grandes passos em desenvolvimento e progresso, não podemos jamais negar o trabalho feito por tantos, sejam eles prefeitos, vereadores, empresários e cidadãos que passaram e fizeram sua parte na construção de uma realidade cada vez melhor. Infelizmente, nem sempre acertamos, o que é natural ao ser humano, não somos perfeitos, porém a maturidade e a vontade de acertar está presente no reconhecer o erro e humildemente buscar corrigir.

Em 2014, Santana do Ipanema, vive um momento de grande crescimento populacional e econômico, sendo cidade polo no sertão alagoano, recebe viajantes de várias regiões que passam e param por lá para chegarem aos seus destinos ou aqueles que por lá vão residir em busca de melhores oportunidades na educação e na profissão.

Com esse crescimento desordenado e sem planejamento surgem muitos problemas que atrapalham o desenvolvimento da cidade. Um dos muitos que surgiram e vêm tirando a paz do cidadão santanense é a violência que cresce a cada dia.

Duas das características da região eram a tranquilidade e a paz, que hoje são exceção à regra. O medo tomou conta e o receio em andar pelas ruas da cidade aumenta a cada notícia de assalto à mão armada que é divulgada nos veículos de comunicação ou nas conversas informais e amigas nos bares, restaurantes, lanchonetes e igrejas.

A responsabilidade em mudar essa realidade não é somente do Estado, mas também do município que não pode criminosamente omitir-se culpando tudo e a todos, sem fazer nada planejada e eficientemente. Investir na educação, valorizando e respeitando os professores, criando escolas em tempo integral com atividades de esporte e lazer, com as refeições suficientes para que a criança possa ter sempre o prazer em voltar à escola, projetos culturais e de segurança comunitária com a participação direta da população, gerando assim o sentimento de responsabilidade e de comunidade.

Tem um ditado antigo que diz, “sangue puxa mais do que carro de boi”, precisamos ter esse sentimento de unidade, de comunidade e defender o que é nosso e não permitir que o descaso e a inoperância de alguns prejudiquem o presente e o futuro dos nossos filhos e netos. Ter orgulho da nossa cultura, da nossa história, da cidade, é ter dentro de si responsabilidade. Quem tem orgulho cuida para sempre ter esse sentimento.

Desejo o melhor para Santana do Ipanema, quero que minha cidade cresça e se desenvolva, dando oportunidades a todos que procuram em seus braços majestosos o conforto e segurança. Que a característica de fortes guerreiros que está no espírito e no sangue do sertanejo seja a fonte inesgotável de respeito, mudança e renovação da sua história.

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Quanto vale uma amizade?


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Vivi algo interessante no dia de ontem. Como todos sabem, ontem foi mais um dia histórico para o país, onde os deputados federais votaram pelo impeachment da presidente Dilma. Até aí tudo bem, estava tudo seguindo os conformes, os deputados com seus discursos preparados para o programa eleitoral de 2016 e 2018, outros com uma leve problemática de convivência com o plural e outros com discurso exaltados enaltecendo torturadores e assassinos, velhos conhecidos da história do Brasil.

Eu sabia que esse processo todo pelo qual o país vem vivendo é fértil para a divisão entre azul e vermelho, honesto e desoneste, decente e indecente, conivente com a corrupção e não conivente, homens de bem e homens que querem o fim da família tradicional brasileira… Traduzindo, o cenário perfeito para rotular e segregar aqueles que não pensam da mesma forma que eu.

Nesta vibe agradável da intolerância, um amigo ficou extremamente incomodado ao ter interpretado, na sua radicalidade recém adquirida, uma defesa exagerada da minha pessoa pelo Partido dos Trabalhadores, que não interessa se voto ou não, dizendo que eu era conivente com tudo pelo que o país estava passando entre outras alegações.

Ao manifestar minha posição sobre o impeachment através do Congresso Nacional, percebi o seu desgosto total. Senti que um dos meus amigos mais aberto ao diferente, ao contraditório, que tinha orgulho em buscar conhecimento em vários lugares, culturas, religiões e pessoas, estava caminhando para um lugar antes nunca imaginado que seria percorrido.

Uma amizade foi desfeita, não por minha parte, ainda tenho imenso carinho e amizade por ele, estarei sempre aqui que precisar, mas por posicionamento político interpretado de forma equivocada, nada como a embriaguez dos extremos para embaraçar nossa visão da realidade.

Perdemos a oportunidade de vivenciar cada vez mais pessoas que amamos devido ao afastamento natural da nossa vida, trabalho, família, estudos e tantos outros motivos, porém quando o reencontro acontecia, a intensidade da escolha pela amizade se fazia real e tudo ficava claro, de como o mistério divino de se manifesta no outro.

Por menos intolerância, por mais amor, por mais verdades, por mais bandeiras, por mais cores, por mais abraços, por mais crenças, por mais lentes, por mais possibilidades, por mais amizades, por mais, mais, mais, mais… Onde todos possam conviver em paz e harmonia, respeitando todas as diferenças, mesmo não concordando com elas.

Esse não pode ser mais um texto que caia na ideia do mundo que nunca virá…

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Almoço global


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Numa terça à tarde, o sol queimava como de costume em Maceió, tudo estava dentro da normalidade. Quando o relógio acusou 12h00, uma das horas mais sagradas do dia, saí do escritório, deixei salvo a petição que estava fazendo e fui almoçar no restaurante Zeppelin, que fica exatamente por trás da loja Americanas, na praia da Avenida.

Com um clima agradável e ambiente pop, ornado com quadros de artistas da MPB, a comida servida não surpreenderia ninguém de tão boa que é. Andando pela tradicional Rua da Praia a fome juntamente com o calor já me convidavam para um rápido desmaio. Graças a Deus, cheguei!

– Boa tarde, moça. Qual o prato de hoje?

– Temos massunim, galinhada, sarapatel…

– Massunim, sem dúvida alguma e uma Coca-Cola bem gelada, por favor.

Estava tudo dentro dos conformes, comida boa e bem temperada, exagerei no azeite com pimenta e com o vinagre na salada. Um artista local dava um show com seu violino tocando as clássicas até as populares. Agradou quem estava lá.

Quando menos esperava entrou um grupo para almoçar, um rapaz sentou no canto da parede perto do freezer tinha um rosto familiar. Já vi este cabra em algum lugar. Olhando para todos que lá estavam, percebi que não estava sozinho com esse questionamento. Uma senhora que estava na mesa ao lado da minha, comentou discretamente com o marido.

– Vixe, olha aquele ator da Globo.

– Esse povo da Globo só anda com muita gente do lado.

– Será que é ele mesmo?

Estava no meu cantinho, quieto com minha segunda Coca-Cola e o pudim de sobremesa. Pensei comigo mesmo, só pode ser aquele ator da Globo. Aquele que aparecia direto no Vídeo Show, não nessa versão com a Monica Iozzi, mas a anterior. Qual era o nome dele mesmo?

Cada um que entrava olhava indiscretamente para mesa onde estava o ator global. Ainda pensei em perguntar a dona do estabelecimento se aquele era mesmo quem eu estava pensando. Não perguntei.

Pedi a terceira Coca-Cola e já estava com a certeza que o ator era o ator que estava pensando, mas que não lembrava o nome. Por aí já havia enviado um milhão de mensagens para os grupos de WhatsApp que faço parte perguntando se haveria alguma apresentação de teatro ou algo parecido hoje em Maceió. Ninguém respondeu.

Quando começaram a pagar a conta, fiquei atento. Vou tirar uma foto. Quando terminaram o pagamento e já estavam direcionados para porta de saída que é a mesma de entrada…

– Meu querido, posso tirar uma foto com você?

– Comigo?

Percebi na hora que tinha tomado a Terceira Coca-Cola em vão!

– Sim, sim. Você é a cara de um ator da Globo…

– Sidney Sampaio!

– Esse mesmo. Cara é um bom ator.

Já tinha certeza absoluta que ele não era quem eu imaginei ser e que não sabia nem o nome, muito menos imaginava. Mas como a vergonha já estava latente…

– Bicho, você é a cara do cara. Vou tirar uma foto com você e mandar no grupo aqui.

– Tranquilo.

Click.

– Obrigado e sucesso.

– Até mais.

Quando foi embora, sentei, terminei a minha Coca-Cola, paguei a conta e voltei para o escritório rindo da vergonha que passei.

Deixa eu trabalhar que ganho mais.

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É Natal!


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Chegamos no período onde buscamos diminuir o ritmo e refletir tudo que fizemos durante todo o ano, o que construímos e o que destruímos, o que cativamos e o que afastamos, se fomos felizes ou infelizes, se vivemos ou simplesmente empurramos com a barriga mais um ano da nossa existência.

Não é piegas olhar para trás e identificarmos cada ponto elencado e outros tantos que dizem unicamente a cada um que por ventura decidiu ler esse texto com título comum para o momento.

Vivemos tempos em que os extremos cada vez mais se distanciam e cegam com suas fortes luzes tantos quantos buscam a luz no fim do túnel. Esquecemos, quase sempre, que essa luz brota do nosso coração a cada amanhecer nos convidando para iluminar onde estivermos. “Floresça até mesmo sobre a rocha!”

O fantástico é que essa luz é tão verdadeira que diferentemente das luzes artificiais, não buscam ofuscar as luzes que brotaram de outros tantos corações espalhados por aí.

A meta é não impor a sua luminosidade sobre as demais, imaginando que é a única luz capaz de iluminar e guiar nos caminhos mais escuros da vida, mas sim, mostrar todo o esplendor presente em cada ser humano e suas incontáveis possibilidades de transformar o mundo a partir de suas particularidades e peculiaridades.

Que neste Natal a nossa luz brilhe mais forte e ilumine os nossos passos na longa e apaixonante trilha da vida, nos possibilitando enxergar no outro a sua verdadeira luz.

Iluminemos o mundo!

Feliz Natal,

Dezembro de 2015

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Bienal do Livro em Alagoas e a busca pela leitura!


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Terminou ontem a 7ª edição da Bienal Internacional do Livro de Alagoas, que ocorreu no Centro de Convenções Ruth Cardoso, nos dias 20 a 29 de novembro e não tenho dúvida alguma que foi mais uma vez um sucesso de público.

Sempre ouvi reclamações de amigos que em Alagoas a vida cultural e intelectual não é muito intensa, diziam: não temos uma livraria, não temos boas peças teatrais constantes, não temos bons shows, etc.. Hoje temos boas livrarias (e chegando mais!), boas peças teatrais e bons shows.

A Bienal do Livro é um excelente exemplo do interesse do alagoano pela leitura e pelo enriquecimento cultural. Vi pessoas de todas as idades andando pelos corredores e atentamente olhando os estandes de cada editora expositora. Essas mesmas pessoas, muitas vezes encontraram velhos amigos ou fizeram novas amizades só com o simples comentário sobre algum livro específico.

Os autores alagoanos fizeram a festa, vários lançamentos promovidos pelas editoras e aqui quero destacar duas delas, a EDUFAL e SWA Instituto.

A EDUFAL, editora da Universidade Federal de Alagoas, apresentou no estande diversos livros dos nossos autores e promoveu outros tantos lançamentos como dos livros dos professores e amigos Ronaldo Ferreira de Araújo, Sávio de Almeida, França Jr., Sérgio Coutinho, Bruno Leitão e das professoras Elaine Pimentel e Ruth Vasconcelos.

A SWA Instituto, editora de Santana do Ipanema e capitaneada pelo visionário José Malta Neto, preencheu toda sua programação com lançamento de livros de autores sananenses, entre eles Lúcia Nobre, João do Mato, Silvano Gabriel, Pe. José Neto, Tobias Medeiros, Bartolomeu Barros e do jovem Éverton Lacerda.

O Instituto SWA promove, além da edição de livros, eventos no sertão com o intuito de promover a leitura com as crianças do ensino público sertanejo. Além de divulgar o amor pela leitura, divulga também, os autores santanenses e suas diversificadas produções.

Tudo isso e muito mais na Bienal à disposição de todos que por ali passassem e tivessem a curiosidade em conhecer novas possibilidades de produção literária.

A VII Bienal Internacional do Livro de Alagoas terminou com saldo positivo, deixando nos corações de todos que participaram o gostinho de quero mais.

Já esperando a próxima edição.

Que venha 2017!

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Lançamento do livro Notas de História Da Igreja nas Alagoas


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Participei hoje a noite do lançamento do livro Notas de História da Igreja nas Alagoas, do professor filósofo, teólogo, historiador e escritor Álvaro Queiroz que ocorreu no Shopping Maceió, no estande montado pela Editora da Universidade Federal de Alagoas (Edufal) juntamente com a Imprensa Oficial Graciliano Ramos.

A exposição de livros começou no dia 08 e vai até o dia 13 deste mês, na praça de eventos da expansão. Com uma programação intensa com diversos lançamentos de livros e contação de histórias, o estande é um convite irrecusável para conhecer a riqueza literária acadêmica produzida em terras alagoanas.

O livro do professor Álvaro, que é membro do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas, vem contar a história da Igreja Católica em lagoas, com base em pesquisas profundas em diversos acervos e arquivos.

O livro foi prefaciado pelo professor da UFAL, Anderson de Alencar Menezes, que com um cuidado rico apresenta o livro com a seguinte frase: “Tratar da História Eclesiástica é mover-se também por concepções eclesiológicas e antropológicas. Os recortes epistemológicos realizados pelo autor e os cuidados metodológicos tomados pelo mesmo com grande acuidade revelam uma obra de grande relevo para a posteridade”.

Não tem como não esperar menos que a excelência do professor Álvaro que já vem contribuindo com a construção contínua do rico acervo bibliográfico alagoano há muito tempo. Não vejo a hora de começar a leitura dessa obra, que passará por antes da fundação da Diocese das Alagoas até depois da fundação desta, e ainda nos apresentando em seu último capítulo notas sobre outras Igrejas cristãs em nosso Estado.

Fica a dica para todos que querem adquirir novas obras para as suas leituras constantes. Não deixem de passarem no estande e curtir um pouco os nossos escritores.

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