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Alagoas para ouvir no Spotify


spotify-alagoas

Enquanto dava uma olhada no meu Instagram vi uma postagem que me chamou a atenção imediatamente. O Governo do Estado, em seu perfil oficial (@governodealagoas) divulgando a sua playlist no Spotify, em comemoração dos 200 anos de emancipação política.

Spotify, para quem ainda não conhece, é um aplicativo (plataforma de streaming) de música online, com mais de 30 milhões de músicas disponíveis para todos os gostos musicais.

O Governo do Estado tem no seu perfil no Spotify (GOV AL) disponíveis duas playlists, a “Quem Canta Alagoas” apresenta diversos artistas brasileiros que cantam as belezas do nosso Estado, entre eles Martinho da Vila, Alceu Valença, Dominguinhos, Milton Nascimento, entre outros. Já a playlist “Alagoas  200 Anos” apresenta músicas de diversos artistas alagoanos, entre eles o Djavan, Eliezer Setton, Wado, Millane Hora, Vibrações, Barba de Gato, Hermeto Pascoal e muitos outros.

Uma iniciativa importante para divulgar ainda mais nossa cultura musical para o mundo, em especial para o alagoano que infelizmente ainda não conhece o diversificado cenário musical de Alagoas.

Para curtir as boas músicas alagoanas é só seguir o perfil do Governo do Estado (GOV AL) e você encontra lá as playlists.

Parabenizo o Governo por essa iniciativa.

Achei arretada.

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Bienal do Livro em Alagoas e a busca pela leitura!


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Terminou ontem a 7ª edição da Bienal Internacional do Livro de Alagoas, que ocorreu no Centro de Convenções Ruth Cardoso, nos dias 20 a 29 de novembro e não tenho dúvida alguma que foi mais uma vez um sucesso de público.

Sempre ouvi reclamações de amigos que em Alagoas a vida cultural e intelectual não é muito intensa, diziam: não temos uma livraria, não temos boas peças teatrais constantes, não temos bons shows, etc.. Hoje temos boas livrarias (e chegando mais!), boas peças teatrais e bons shows.

A Bienal do Livro é um excelente exemplo do interesse do alagoano pela leitura e pelo enriquecimento cultural. Vi pessoas de todas as idades andando pelos corredores e atentamente olhando os estandes de cada editora expositora. Essas mesmas pessoas, muitas vezes encontraram velhos amigos ou fizeram novas amizades só com o simples comentário sobre algum livro específico.

Os autores alagoanos fizeram a festa, vários lançamentos promovidos pelas editoras e aqui quero destacar duas delas, a EDUFAL e SWA Instituto.

A EDUFAL, editora da Universidade Federal de Alagoas, apresentou no estande diversos livros dos nossos autores e promoveu outros tantos lançamentos como dos livros dos professores e amigos Ronaldo Ferreira de Araújo, Sávio de Almeida, França Jr., Sérgio Coutinho, Bruno Leitão e das professoras Elaine Pimentel e Ruth Vasconcelos.

A SWA Instituto, editora de Santana do Ipanema e capitaneada pelo visionário José Malta Neto, preencheu toda sua programação com lançamento de livros de autores sananenses, entre eles Lúcia Nobre, João do Mato, Silvano Gabriel, Pe. José Neto, Tobias Medeiros, Bartolomeu Barros e do jovem Éverton Lacerda.

O Instituto SWA promove, além da edição de livros, eventos no sertão com o intuito de promover a leitura com as crianças do ensino público sertanejo. Além de divulgar o amor pela leitura, divulga também, os autores santanenses e suas diversificadas produções.

Tudo isso e muito mais na Bienal à disposição de todos que por ali passassem e tivessem a curiosidade em conhecer novas possibilidades de produção literária.

A VII Bienal Internacional do Livro de Alagoas terminou com saldo positivo, deixando nos corações de todos que participaram o gostinho de quero mais.

Já esperando a próxima edição.

Que venha 2017!

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Lançamento do livro Notas de História Da Igreja nas Alagoas


alvaro

Participei hoje a noite do lançamento do livro Notas de História da Igreja nas Alagoas, do professor filósofo, teólogo, historiador e escritor Álvaro Queiroz que ocorreu no Shopping Maceió, no estande montado pela Editora da Universidade Federal de Alagoas (Edufal) juntamente com a Imprensa Oficial Graciliano Ramos.

A exposição de livros começou no dia 08 e vai até o dia 13 deste mês, na praça de eventos da expansão. Com uma programação intensa com diversos lançamentos de livros e contação de histórias, o estande é um convite irrecusável para conhecer a riqueza literária acadêmica produzida em terras alagoanas.

O livro do professor Álvaro, que é membro do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas, vem contar a história da Igreja Católica em lagoas, com base em pesquisas profundas em diversos acervos e arquivos.

O livro foi prefaciado pelo professor da UFAL, Anderson de Alencar Menezes, que com um cuidado rico apresenta o livro com a seguinte frase: “Tratar da História Eclesiástica é mover-se também por concepções eclesiológicas e antropológicas. Os recortes epistemológicos realizados pelo autor e os cuidados metodológicos tomados pelo mesmo com grande acuidade revelam uma obra de grande relevo para a posteridade”.

Não tem como não esperar menos que a excelência do professor Álvaro que já vem contribuindo com a construção contínua do rico acervo bibliográfico alagoano há muito tempo. Não vejo a hora de começar a leitura dessa obra, que passará por antes da fundação da Diocese das Alagoas até depois da fundação desta, e ainda nos apresentando em seu último capítulo notas sobre outras Igrejas cristãs em nosso Estado.

Fica a dica para todos que querem adquirir novas obras para as suas leituras constantes. Não deixem de passarem no estande e curtir um pouco os nossos escritores.

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Saldo positivo da Festa da Juventude 2014 em Santana do Ipanema


Foto: Flávio Azevedo

Foto: Flávio Azevedo

A 52ª Festa da Juventude, na cidade sertaneja de Santana do Ipanema, tradicional e conhecida em todo o estado de Alagoas e fora dele, ocorreu nesse último final de semana, com uma boa organização, grande policiamento e seguranças a festa foi tranquila. Só percebi uma diminuição de participantes na festa e visitantes na cidade.

O dia mais movimentado foi sem dúvida o sábado, quando houve a apresentação da banda Cannibal, Cidade Negra, De Boy e Samyra Show e Forro 100%, esta última encerrando o show por força policial, já que tinha ultrapassado o horário estabelecido para término da festa. (Poderia ter acabado de forma mais educada e não tão abrupta!)

O show de Cidade Negra chamou a atenção de muitos presentes com sua apresentação que milhares de pessoas cantarem e curtirem seu som, porém alguns não gostaram da atração alegando que aquele estilo não tinha a cara da Festa da Juventude, opinião que discordo, pois essa festa deve ter a cara de todos os santanenses e quanto mais estilos diferentes, mais pessoas sentirão parte daquilo.

A Festa da Juventude precisa ter essa cara eclética, tentando atender a todos os estilos dos santanenses, sabendo, claro, que não se agrada a todos, mas que se pode deixar a festa mais atrativa e mais participativa, com bandas e artistas da atualidade e outros eternamente atuais.

A Festa da Juventude tem uma grande importância para Santana do Ipanema, pois nos dias em que acontecem a festa toda a cidade (e as cidades vizinhas) tem grande movimentação no seu comercio e na sua hotelaria, que geralmente fica sobrecarregada. O pequeno comerciante que tem sua lanchonete, a dona da loja de roupa, os salões de beleza, os bares e restaurantes, os supermercados e outros tantos que fazem a vida financeira da cidade, saem ganhando, pois o dinheiro começa a rodar e assim dá uma força para os comerciantes (de todos os níveis) na correria sofrida do dia a dia do comércio.

Na torcida para que no próximo ano a Festa da Juventude seja ainda melhor que a desse ano, em organização, segurança e atrações. Uma festa tradicional como essa não se pode morrer por amadorismo ou falta de vontade de querer fazer bem feito.

Que venha a 53ª Festa da Juventude em Santana do Ipanema!

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Documentário: A Cultura Hip-Hop Vive em Alagoas


Foto: Blog Sirva-se

Foto: Blog Sirva-se

Foi lançado no mês passado, no Sesc Centro, o documentário A Cultura Hip-Hop Vive em Alagoas, que conta a história da formação, expansão e enraizamento do Hip-Hop em nosso Estado.

O documentário é 100% alagoano, foi dirigido pelo Zazo, um jovem apaixonado pelo Hip-Hop e que sempre teve o sonho de mostrar a sociedade o valor real e social que o movimento tem na vida de muitas crianças e jovens da periferia de Maceió.

A Cultura Hip-Hop Vive em Alagoas ao mostrar a história do movimento revela a dificuldade encontrada por aqueles que fazem o Hip-Hop em nosso Estado de ter seu espaço reconhecido pelo poder público.

O Hip-Hop muitas vezes é associado à criminalidade, o que é um erro, pois seu som e suas letras apresentam a voz de muitos jovens que não tem espaço para denunciar o descaso com as comunidades periféricas. O som do protesto!

O cenário cultural alagoano é repleto de grandes manifestações, como por exemplo, o Guerreiro, Reisado, Coco de Roda, Marujada, Bumba-meu-boi, Maracatu, Cavalhada, entre tantos outros. Porém, nossa cultura não fecha as portas para outras manifestações culturais, sejam elas genuinamente alagoanas ou não, tem espaço para todo mundo.

O documentário A Cultura Hip-Hop Vive em Alagoas, depois de Maceió e Aracaju, será apresentado também nas cidades de União dos Palmares, São Miguel dos Campos e São Paulo, todas sem datas definidas.

Assista ao trailer do documentário A Cultura Hip-Hop Vive em Alagoas:

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“Comida Típica” – Roberto Beckér


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A cultura alagoana perdeu no ano passado um grande nome da sua cultura, Roberto Beckér, que entre muitas composições, fez a música “Comida Típica”, onde homenageia Santana do Ipanema, falando do prato típico da cidade, que é a cagada, feito, por óbvio, de cágado.

A “Cagada de Santana do Ipanema” foi lançada em 1985 no LP “A Tereza Minha Filha”.

As principais músicas de Roberto Beckér foram: “Ruas de Maceió” e “De bandinha” e “Fricó Forró”.

Letra “Comida Típica”

Fui convidado pelo gerente do Banco de Santana do Ipanema
Pra comer uma cagada
Que presepada eu por fora meio cabreiro
Sem saber do bom tempero
Muito melhor que buchada
E aceite, mas pensando que era prosa
Menino como e gostosa
Só quem come pra saber
Veja você preparado por bancário
Esse prato milionário o Brasil vai conhecer
Vou escrever pra revistas atuantes
Televisão, restaurante a receita a três por dois.
E um mês depois o Brasil aprova o tema
Todo mundo quer cagada de Santana do Ipanema

@Marques_JM

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O Sol da Meia-Noite


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O filme White Nights – O Sol da Meia-Noite, como foi traduzido aqui no Brasil, mostra a história do bailarino Nikolai Rodchenko, que saiu do seu país para escapar das garras do comunismo soviético para viver nos Estados Unidos.

O Sol da Meia-Noite é considerado uma autobiografia de Mikhail Baryshnikov, ator que interpreta Rodchenko, já que ele se naturalizou estadunidense, quando conseguiu sair da então União Soviética.

Recomendo muito, pois o filme aborda vários temas, como o amor ao país, coragem e amizade, sem contar, o suave panorama do comunismo soviético e seus tentáculos.

A música Say you, say me, do cantor Lionel Richie, por muitos considerada romântica, faz parte da trilha sonora e com a sua letra forte e muito significativa completa o filme, marcando para sempre que o assiste.

So you think you know the answers – Oh no
‘Couse the whole world has got you dancing
That’s right – I’m telling you
It’s time to start believing – Oh yes
Believing who you are: You are a shining star

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