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Alagoas para ouvir no Spotify


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Enquanto dava uma olhada no meu Instagram vi uma postagem que me chamou a atenção imediatamente. O Governo do Estado, em seu perfil oficial (@governodealagoas) divulgando a sua playlist no Spotify, em comemoração dos 200 anos de emancipação política.

Spotify, para quem ainda não conhece, é um aplicativo (plataforma de streaming) de música online, com mais de 30 milhões de músicas disponíveis para todos os gostos musicais.

O Governo do Estado tem no seu perfil no Spotify (GOV AL) disponíveis duas playlists, a “Quem Canta Alagoas” apresenta diversos artistas brasileiros que cantam as belezas do nosso Estado, entre eles Martinho da Vila, Alceu Valença, Dominguinhos, Milton Nascimento, entre outros. Já a playlist “Alagoas  200 Anos” apresenta músicas de diversos artistas alagoanos, entre eles o Djavan, Eliezer Setton, Wado, Millane Hora, Vibrações, Barba de Gato, Hermeto Pascoal e muitos outros.

Uma iniciativa importante para divulgar ainda mais nossa cultura musical para o mundo, em especial para o alagoano que infelizmente ainda não conhece o diversificado cenário musical de Alagoas.

Para curtir as boas músicas alagoanas é só seguir o perfil do Governo do Estado (GOV AL) e você encontra lá as playlists.

Parabenizo o Governo por essa iniciativa.

Achei arretada.

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A problemática da intolerância religiosa


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No mês de setembro de 2016 a mãe de santo Cristiane de Ogum, foi baleada durante uma festa religiosa em Maceió. Após uma discussão, uma pessoa que se apresentava com evangélico, efetuou um disparo de espingarda calibre 12 contra o portão da casa do pai de santo Jamerson Alves e acabou atingindo a mãe de santo, que estava sentada dentro da residência e de costas para o portão.

Quando menos esperamos nos deparamos com uma história como o da mãe de santo Cristiane de Ogum, vítima da ignorância e da intolerância religiosa tão presente em nosso país, conhecido por ser de todos e para todos, quando na prática, sabemos que não é bem assim.

O assunto é tão gritante que foi até tema da redação do Enem 2016: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil. Milhares do jovens em todo país foram convidados a discorrerem sobre este espinhoso assunto, que muitos, infelizmente, insistem em (pasmem!) negar.

Como bem sabemos o inciso VI do art. 5º da Constituição Federal diz que “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”, nos mostrando que o nosso país está sedimentado entre tantas liberdades, na de crença.

Liberdade aqui exposta que passa pela possibilidade em escolher, aderir, mudar ou permanecer e a liberdade de não ter religião, crer ou não crer, acreditar ou não acreditar. Cada um guiado conforme seu íntimo e (a não) fé.

Ao falar de intolerância religiosa transitamos por caminhos difíceis, onde o fanatismo e radicalidade caminham lado a lado do transcendental, porém inúmeras vezes o fanatismo religioso, na crença da posse absoluta real e concreta da verdade, faz com que persigam, apedrejem e até matem aqueles que não crêem em sua verdade.

Helio Gallardo, no seu livro Teoria Crítica – Matriz e Possibilidades de Direitos Humanos, ao falar de tolerância, afirma que “tolerar é compatível com julgar”, sugerindo que o melhor caminho é o reconhecimento e acompanhamento, pois “tolerar põe frente a frente indivíduos diversos. Reconhecer e acompanhar supõem a produção conjunta das diversidades.”

Lembra ainda o professor da Universidade da Costa Rica, “a tolerância implica que um se sente já sujeito diante do outro. Por isso, a tolerância pode incutir medo do outro (…), e esse medo pode convocar a violência”. Finaliza com grandiosidade, “por sua raiz latina, ‘tolerar’ significa sofrer com paciência. Como se sabe, a paciência também tem limites. O reconhecimento, ao contrário, supõe que eu me assumo vulnerável com o outro, não diante dele. Por isso, eu o acompanho, para podermos produzir juntos com nossas diferenças”.

A tolerância já não é mais o suficiente para convivermos com as diferenças, sejam elas religiosas ou de qualquer outra natureza. O passo que precisamos dar é o da transmutação da tolerância para o reconhecimento e acompanhamento.

Enquanto não alcançamos esse degrau, precisamos no mínimo conviver com respeito e bom senso à pluralidade que nos cerca, sem o intuito de impor ao outro a minha verdade.

Intolerância religiosa é um crime de ódio que atinge o íntimo transcendental do ser humano, ferindo a sua dignidade e claro, a sua liberdade.

Em Alagoas tem mais um caso de intolerância religiosa que precisamos recordar sempre, para que não se repita jamais. Em 1º de fevereiro de 1912, terreiros de culto de matriz africana da capital alagoana, foram covardemente atacados por pessoas armadas, que se denominavam Liga dos Republicanos Combatentes, objetos sagrados e paramentos foram queimados em praça pública, tal episódio ficou conhecido como a “Quebra de Xangô”. Em 2012, o então Governador Teotônio Vilela, pediu perdão oficial pelo ocorrido há 100, na época.

Exemplos, infelizmente, são muitos, basta lembrar que no ano de 1995, um pastor da Igreja Universal do Reino de Deus ficou conhecido depois de ter chutado a imagem de Nossa Senhora Aparecida em rede nacional, atribuindo diversas características ofensiva a fé de milhares de brasileiros. Outro caso, protagonizado pelo apresentador da Band, Luiz Datena, que atribuiu à “falta de Deus” em determinado caso que apresentava no seu programa, onde afirmou que ateu não teria limites e por isso “a gente vê esses crimes por aí”. Em 2015, no Rio de Janeiro, uma menina de apenas 11 anos, do Candomblé, foi apedrejada na cabeça e insultada por homens que seguravam Bíblias na mão, supostamente pertencentes a religião cristã evangélica neopentecostais.

Os exemplos citados são os mais conhecidos, porém, ao fazer uma simples pesquisa sobre intolerância religiosa na internet, você encontrará fácil notícias sobre o tema em todo o mundo.

A Secretaria Especial de Direitos Humanos, divulgou recentemente que o número de denúncias de intolerância religiosa aumentou 3.706% nos últimos cinco anos. Em 2011 foram recebidos, pela Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, através do Disque 100, 15 denúncias, já em 2015, foram registrados 556 casos de intolerância.

No Dia Internacional da Tolerância, 16 de novembro, a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, lembrou que “em um mundo marcado pela diversidade, a tolerância é um pré-requisito para a paz”. O que nos cabe muito bem, pois a busca pela paz e a convivência harmoniosa é a meta para uma sociedade saudável e justa.

Completa Irina Bokova, “devemos dizer outra vez que a tolerância não é a aceitação ingênua ou passiva da diferença: é uma luta pelo respeito aos direitos fundamentais. A tolerância não significa relativismo ou indiferença. É um compromisso renovado todos os dias, para buscar na nossa diversidade os laços que unem a humanidade”.

O nosso desafio, enquanto amantes do Direito, é saber aperfeiçoar os mecanismos de prevenção contra a intolerância religiosa e outras violações aos Direitos Humanos. Para que situações tão primitivas e deploráveis não aconteçam mais com tanta frequência como vemos em pleno século XXI.

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Santana do Ipanema: 139 anos de muita história…


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“(…) tudo é Brasil, e é nessas cidades e vilas distantes, perdidas no interior, que reside a essência da brasilidade com as suas tradições, com a sua literatura de cordel, com o seu folclore.”

A cidade de Santana do Ipanema – meu canto, meu lar e meu amor – completará 139 anos de emancipação política no dia 24 de abril. O sertão estará em festa com mais um aniversário da sua rainha.

Santana do Ipanema já viveu grandes momentos que precisam ser eternamente exaltados e lembrados por todos seus filhos com muito orgulho e carinho. A luta constante do seu povo contra a seca forte que sempre lhe acompanha é uma marca e o jumentinho um símbolo de resistência e de vitória.

Sua história começa com grandes nomes, como a do catequista Padre Francisco Correia e os irmãos Vieira Rêgo. Ribeira do Panema nasceu pequena, mas com espírito grandioso e próspero. Em 1875, com a resolução 681, Santana do Ipanema é emancipada.

De lá pra cá muita coisa aconteceu, demos grandes passos em desenvolvimento e progresso, não podemos jamais negar o trabalho feito por tantos, sejam eles prefeitos, vereadores, empresários e cidadãos que passaram e fizeram sua parte na construção de uma realidade cada vez melhor. Infelizmente, nem sempre acertamos, o que é natural ao ser humano, não somos perfeitos, porém a maturidade e a vontade de acertar está presente no reconhecer o erro e humildemente buscar corrigir.

Em 2014, Santana do Ipanema, vive um momento de grande crescimento populacional e econômico, sendo cidade polo no sertão alagoano, recebe viajantes de várias regiões que passam e param por lá para chegarem aos seus destinos ou aqueles que por lá vão residir em busca de melhores oportunidades na educação e na profissão.

Com esse crescimento desordenado e sem planejamento surgem muitos problemas que atrapalham o desenvolvimento da cidade. Um dos muitos que surgiram e vêm tirando a paz do cidadão santanense é a violência que cresce a cada dia.

Duas das características da região eram a tranquilidade e a paz, que hoje são exceção à regra. O medo tomou conta e o receio em andar pelas ruas da cidade aumenta a cada notícia de assalto à mão armada que é divulgada nos veículos de comunicação ou nas conversas informais e amigas nos bares, restaurantes, lanchonetes e igrejas.

A responsabilidade em mudar essa realidade não é somente do Estado, mas também do município que não pode criminosamente omitir-se culpando tudo e a todos, sem fazer nada planejada e eficientemente. Investir na educação, valorizando e respeitando os professores, criando escolas em tempo integral com atividades de esporte e lazer, com as refeições suficientes para que a criança possa ter sempre o prazer em voltar à escola, projetos culturais e de segurança comunitária com a participação direta da população, gerando assim o sentimento de responsabilidade e de comunidade.

Tem um ditado antigo que diz, “sangue puxa mais do que carro de boi”, precisamos ter esse sentimento de unidade, de comunidade e defender o que é nosso e não permitir que o descaso e a inoperância de alguns prejudiquem o presente e o futuro dos nossos filhos e netos. Ter orgulho da nossa cultura, da nossa história, da cidade, é ter dentro de si responsabilidade. Quem tem orgulho cuida para sempre ter esse sentimento.

Desejo o melhor para Santana do Ipanema, quero que minha cidade cresça e se desenvolva, dando oportunidades a todos que procuram em seus braços majestosos o conforto e segurança. Que a característica de fortes guerreiros que está no espírito e no sangue do sertanejo seja a fonte inesgotável de respeito, mudança e renovação da sua história.

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Aliança por Alagoas


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Infelizmente não estou conseguindo acompanhar as notícias políticas de Alagoas com tanta frequência, devido a correria dedicada aos estudos, porém numa das olhadas rápidas no bom e velho Twitter, vi uma matéria do Agência Alagoas com o seguinte título: Governador defende aliança por Alagoas com bancada federal.

Reunido com seis dos nove deputados federais de Alagoas, sendo eles Ronaldo Lessa, Pedro Vilela, Givaldo Carimbão, Marx Beltrão, Cícero Almeida e Maurício Quintella, o governador Renan Filho enfatizou projetos voltados para saúde, onde tem como meta o hospital metropolitano e uma maternidade de baixo risco.

Entra governo, sai governo e a conversa é a mesma. Precisamos nos unir pelo bem do Estado, pelo bem do nosso povo… Mas o que vemos quase sempre são projetos de parlamentares que investem em pura propaganda pública, onde a eficiência parlamentar é digna dos grandes blockbusters de Hollywood.

A torcida pelo quanto pior melhor surge em alguns gabinetes brasilienses ou alagoanos que desejam posteriormente ocupar as principais cadeiras do poder local.

Vivemos num Estado rico em cultura e biodiversidade, onde grandes empreendedores despontam a cada dia, onde pessoas derramam o suor de seus rostos para sustentar suas famílias e buscam constantemente a realização de seus sonhos. Essas características precisam se materializarem em nossas escolhas políticas, onde sua grande marca é o reflexo da sociedade.

Enquanto o sentimento de respeito a coisa pública e o espírito público não tomarem conta do íntimo dos nossos representantes diretos, o desejo de uma Alagoas unida e desenvolvida e justa não passará de uma simples quimera e continuaremos engatinhando na trilha da perfídia rumo ao nada.

Alagoanos, uni-vos!

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Grupo de Estudos vai analisar mídia e violência em Alagoas


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A OAB/AL sediou na última terça-feira (09), em sua sede em Jacarecica, a reunião inaugural do grupo de Estudos e Pesquisa Tobias Granja, que analisa a situação da mídia e violência em Alagoas. O projeto faz parte de uma ação integrada de professores universitários, estudantes do curso de Direito, em parceria com a Ordem e com a Escola Superior de Advocacia (ESA), com o intuito de analisar e compreender as variáveis da violência que são vinculadas pela mídia local.

De acordo com o advogado e professor Francisco de Assis de França Júnior, membro da Coordenação Nacional de Acompanhamento do Sistema Carcerário (COASC) pela OAB Alagoas, a ideia do grupo é analisar a maneira como a mídia informa sobre a violência e como a sociedade recebe essa informação. “Iremos nos reunir periodicamente, com o objetivo de analisar criticamente o conteúdo e a forma como a mídia informa a sociedade sobre a violência. A maneira como os assuntos são tratados quando se referem a classe A e quando se referem a classe C e D. Será uma analise crítica, que posteriormente se transformarão em relatórios”, informou.

Com o conteúdo da pesquisa, o grupo pretende encaminhar a imprensa e ao poder público a análise crític, para que a situação da violência seja revista, inclusive com sugestões de políticas públicas para essa área. “Entendemos que a imprensa tem um papel fundamental na formulação dos valores democráticos. O que queremos com esse grupo é entender melhor esse funcionamento e sugerir melhorias”, afirmou França Júnior.

O grupo é formado atualmente por doze estudantes de direitos, acompanhados pelos professores José Marques de Vasconcelos Filho, Hugo Leonardo Rodrigues Santos, Bruno Cavalcante Leitão Santos e Marcos Robson Nascimento da Costa Filho, além do professor França Júnior.

“Nessa primeira reunião distribuímos tarefas onde os estudantes deverão analisar criticamente as publicações dos periódicos em relação aos casos de violência. Eles irão colher dados e iremos analisá-los na próxima reunião, que acontece no dia 13 de janeiro, no Cesmac”, completou França Júnior.

Fonte: ASCOM OAB/AL

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Na reta final JHC surpreende e pode desbancar velhos conhecidos na política alagoana


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O jovem deputado estadual alagoano, João Henrique Caldas (JHC), fortaleceu ainda mais a sua campanha nessa reta final e começa a superar nomes já conhecidos por todos e testados diversas vezes em eleições e mandatos passados.

Bem avaliado nas pesquisas, JHC conseguiu com seu trabalho e sua forma diferenciada de fazer campanha política se fazer conhecer ainda mais e aguçar na cabeça do eleitor a curiosidade sobre a vida do jovem que devolveu 3,5 milhões aos cofres públicos e enfrentou a conhecida “bancada da pistolagem” quando propôs a CPI da Pistolagem na Assembleia Legislativa de Alagoas.

Sem uma mega estrutura, com um trio, recursos audiovisuais, um “exército digital” (formado por pessoas engajadas e que queriam ajudar na divulgação de suas propostas), equipes com alguns Ipads mostrando vídeos com a prestação de contas do seu mandato de deputado estadual, JHC rodou o estado apostando assim na sua atuação parlamentar no boca a boca, e nas tecnologias.

Transitando bem em todas as regiões de Alagoas, JHC conseguiu uma pluralidade de pessoas engajadas em sua campanha, de todas as classes e em todas as cidades alagoanas.

Assim, o deputado João Henrique Caldas, caminha para ser o deputado federal mais novo das Alagoas e um dos mais votados. Algo que torna-se motivação para muitos jovens alagoanos que pretendem entrar na seara política partidária para defender os ideais que fazem parte da história de cada um.

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Emancipação Política de Alagoas


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“Alagoas, estrela radiosa,
Que refulge ao sorrir das manhãs,
Da República és filha donosa,
Maga Estrela entre estrelas irmãs.”

Tenho muito orgulho em ser alagoano, sinto-me privilegiado por esse dom. Sou apaixonado por toda Alagoas, desde Delmiro Gouveia e suas caatingas até Maragogi e suas galés. Nosso estado é maravilhoso (porque não dizer divino?) em belezas naturais. Temos as mais belas praias do planeta. E olha que as praias, são uma das grandes belezas naturais que temos. Poderia muito bem falar do Rio São Francisco, que banha as lindas e apaixonantes cidades de Penedo, Belo Monte, Piranhas e Pão de Açúcar.

O Alagoano é um povo forte e determinado, que supera todas as adversidades que lhes são constantes, para ter uma vida digna e feliz. Se existisse uma catalogação das sete maravilhas de Alagoas, com plena certeza, o seu povo ocuparia o primeiro lugar.

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Tenho consciência que precisamos melhorar e muito em vários aspectos e vamos conseguir essa melhora com o tempo e um grande trabalho de conscientização.

Queremos uma Alagoas melhor e mais justa, uma Alagoas onde todos os alagoanos tenham seus direitos respeitados e garantidos, uma Alagoas onde os seus representantes sejam homens de bem e não um grupo de bandoleiros com sangue nas mãos, uma Alagoas onde a educação funcione e suas escolas não desabem sobre as cabeças de seus alunos, uma Alagoas onde cada alagoano se sinta responsável pelas conquistas e derrotas do seu estado, pois só quando sentirmos o peso da responsabilidade é que cuidaremos melhor da nossa terra.

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“Tu, liberdade formosa,
Gloriosa hosana entoas:
Salve, ó terra vitoriosa,
Glória à terra de Alagoas!”

Parabéns, Alagoas, minha paixão!

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