2012 um ano que jamais esquecerei!

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2012 já era esperado por mim há muito tempo, pois sabia que viveria grandes e fortes emoções, especialmente pelo término do meu curso de direito.

2012 infinitamente me surpreendeu!

Em 2012 vivi a grande experiência de ser candidato a vereador pela cidade que me acolheu com muito carinho e amor, que chamo com muito orgulho de lar, Maceió. Passei por situações variadas e inusitadas, quem sabe um dia não conto elas no blog A Toca do Calango. Eleições é um grande liquidificador de emoções. Conheci muitas pessoas boas que estarão para sempre no meu coração.

Esse ano, também, conclui o meu tão sonhado curso de direito, pelo CESMAC, faculdade pela qual tenho grande carinho, respeito e agradecimento. Terminou esse ano um ciclo iniciado em 2008, com muito receio e coragem. Vim, vi e venci!

Agora, sem dúvida alguma, a maior emoção de 2012, não era programada e nem foi esperada, aconteceu em Recife quando conheci as minhas irmãs, que ainda não tinha conhecido. Leia aqui: O dia em que conheci o meu pai…

2012 é, para esse que vos “fala”, um ano para ser lembrado para todo o sempre, independentemente dos muitos fatos ruins que aconteceram, pois coisas ruins sempre acontecerão… Tudo depende de como você lida com esses fatos negativos. A vida é uma eterna aula, onde sempre estamos aprendendo e evoluindo.

Que o ano novo, 2013, venha com novos desafios há serem superados, com boas surpresas e com muitos momentos felizes. Agradeço infinitamente a todos que fizeram parte da minha vida nesse ano que já se despede com alegria.

Obrigado!

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1 comentário

Arquivado em Textos

Uma resposta para “2012 um ano que jamais esquecerei!

  1. João

    Caríssimo MARQUES,
    vejo no seu blog “A Toca do CALANGO” neste Séc XXI em 2012 no Mar AZUL piscina de Maceió djavaneada em ALAGOAS como imagem revivida da Arca de NOÉ do Mar VERMELHO antepassado bíblico saecular saeculorum, AMÉM!
    Forte abraço e tudo de BOM!/ João

    [ A Arca de NOÉ ], V de Moraes http://letras.mus.br/vinicius-de-moraes/87204/
    * Sete em CORES, de repente/ O ARCO-ÍRIS se desata/ Na ÁGUA límpida e contente/ Do ribeirinho da MATA
    * O SOL, ao véu transparente/ Da CHUVA de ouro e de prata/ Resplandece resplendente/ No CÉU, no chão, na cascata
    * E abre-se a PORTA da arca/ Lentamente surgem francas/ A ALEGRIA e as barbas brancas/ Do prudente PATRIARCA
    * Vendo ao longe aquela SERRA/ E as planícies tão verdinhas/ Diz NOÉ: que boa terra/ Pra plantar as minhas VINHAS
    * Ora vai, na porta ABERTA/ De repente, vacilante/ Surge lenta, longa e incerta/ Uma tromba de ELEFANTE
    * E de dentro de um buraco/ De uma janela aparece/ Uma cara de MACACO/ Que espia e desaparece
    * “Os bosques são todos meus!”/ Ruge soberbo o LEÃO/ “Também sou filho de Deus!”/ Um protesta, e o tigre – “NÃO”
    * A ARCA desconjuntada/ Parece que vai RUIR/ Entre os PULOS da bicharada/ Toda querendo SAIR
    * Afinal com muito CUSTO/ Indo em fila, aos CASAIS/ Uns com raiva, outros com SUSTO/ Vão saindo os ANIMAIS
    * Os maiores vêm à FRENTE/ Trazendo a cabeça ERGUIDA/ E os fracos, HUMIDELMENTE/ Vêm atrás, como na VIDA
    * Longe o arco-íris se esvai/ E desde que houve essa HISTÓRIA/ Quando o véu da NOITE cai/ Erguem-se os ASTROS em glória
    * Enchem o céu de seus caprichos/ Em meio à noite calada/ Ouve-se a FALA dos bichos/ Na TERRA repovoada

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